Meu galo elétrico canta, já é hora, quase já foi hora...
Eu vestindo minha armadura colorida, proteção besta, descaso e inquietude!
Disparando contra sois, para sois, se me disserem que a guerra é assim, até que não seria uma má idéia se enterrar e esperar o término, não, não faz o estilo de revolução. Acalmaria saber se em algum lugar de escrituras antigas algo sobre isso estaria mencionado: após isso, aquilo. Refazendo palavras afirmo ter palmas na alma da minha mão, e realmente elas existem, insistem, se fazem próprias e reais, independentes, sensíveis e cruéis.! Elas vivem! As calçadas se encurtam e não há muito o que ver, a morbidez atormenta, olhai (lembrai) os lírios do campo; passos doloridos, espinhos cobrindo tudo aquilo que parece devasto, idéias se perdendo, caminhos confusos demais... Dez segundos e as narinas já efetuaram todo seu serviço de calmaria, pronto, basta continuar.
Incandesce exatamente sobre nossas idéias os disparos feitos previamente. LUZ ... e ainda era de se lembrar os rabiscos na parede com 3 letras, com 3 caminhos, com várias vontades, com sonhos impossíveis, é de se lembrar que teve em breve um mundo em 16 quadrados, e um filete fora disso, porem viveu, comeu como um rei, almejou como um poder, ouviu espadas se chocarem (e como soava bem), descarregou em si, toda a LUZ e FORÇA para superar os filetes!
por intermédio, amou daquela vez como se fosse a última!
Aaaa, só mais um segundo, porém não, a gravidade vivida horizontalmente fez com que despencasse o alvo no horizonte, e assim como um hiperativo, não deixou de afirmar sua existência, gerando degradês perfeitos e refletindo sua vida em um satélite nada menos doque falecido, retirou-se, e amanhecerá brilhando mais forte.! O silêncio fez lembrar dos sonhos contidos no meu travesseiro, se fez valer de frases adaptadas e lembrar que nada realmente era seu, se contrapôs a si mesmo com o palhaço que habitava seu corpo; é mais fácil rir de tudo isso, mas fácil deixar pra lá, no pior dos termos, far-se-á ligar o foda-se, cortar a carne sem pena. Desabou insólito a frieza decorrida sobre a vida real
quarta-feira, 30 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
Repetiçoes Inoportunas de Relevancia Inferior
Mais que nada...
Lágrimas derramadas
Vontades saciadas, dores repassadas
O que seria da vida sem saudade e dor !...
Holocaustos dos tempos modernos
Inúmeras prospecções irrelevantes,
capazes de nos tornar mais fortes e
inatingíveis... Falsas alegações de puro
prazer desprezivel, irremediaveis e
egocentristas.
Um mundo repleto de sonoros grilos obcessivos
e insuperaveis alusões antropocentristas.
Da materia antagônica de meros
disturbios intrissicos e subsequentes...
No alvejado e mistico Jardim do Eden do século XXI.
Subvivido..
Ampulhetas tilintando à propensão desvairada no solo...
areia e água, irremediavelmente se vertem hora ou outra
nos resta apenas aguardar a fine e nos redundar !!!
A priore, colaboração de Filipe Banov.
Lágrimas derramadas
Vontades saciadas, dores repassadas
O que seria da vida sem saudade e dor !...
Holocaustos dos tempos modernos
Inúmeras prospecções irrelevantes,
capazes de nos tornar mais fortes e
inatingíveis... Falsas alegações de puro
prazer desprezivel, irremediaveis e
egocentristas.
Um mundo repleto de sonoros grilos obcessivos
e insuperaveis alusões antropocentristas.
Da materia antagônica de meros
disturbios intrissicos e subsequentes...
No alvejado e mistico Jardim do Eden do século XXI.
Subvivido..
Ampulhetas tilintando à propensão desvairada no solo...
areia e água, irremediavelmente se vertem hora ou outra
nos resta apenas aguardar a fine e nos redundar !!!
A priore, colaboração de Filipe Banov.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Protótipo de cosmonauta
Eu sempre fui aficionado com relógios à prova d'água até trinta metros, eu sempre fui e sou apaixonado por veiculos automotores e me interessei de verdade por pessoas perfeitas, teoria ótima; com algum tempo percebi que eu nunca gostei de relógios, os trinta metros que me atraiam de verdade, se bem que eu nunca me afundaria isso tudo, isso pode gerar uma dor de ouvidos tremenda; já os carros são de fato legais, mas não precisariam de tantos cavalos quanto eu sonho, nem curvas tão ousadas; já as pessoas perfeitas, ainda continuam me chamando atenção, mas tenho plena certeza de que elas não existem (descobrir isso foi um soco na barriga), foi melhor me acostumar com as imperfeições, nem todos vão querer ter o papel no teatro que eu armaria pra eles!!! Ambição, simples assim, como a maioria das pessoas reconheço-me ambicioso, porque não sempre um passo a mais!? e mais um?!...mais ummm...
Obs: ambição é querer inalcançar.
Ambição é perfeito, se não me engano é peça chave pra intensidade, e a intensidade move tudo, a maquina chamada pensamento..e pensamento é pensamento, não tem nada a ver com cérebro, ele apenas maquina.
Por fim deu vontade da insustentável leveza do ser, abrir mão, tirar o pé do chão, porque não é nada bom ser real, o bom é realizar! Por pra trabalhar os companheiros áxil e dendrítico, concretizar! e é nessa que eu vou... O sol se pôs embaixo do tapete
Obs: ambição é querer inalcançar.
Ambição é perfeito, se não me engano é peça chave pra intensidade, e a intensidade move tudo, a maquina chamada pensamento..e pensamento é pensamento, não tem nada a ver com cérebro, ele apenas maquina.
Por fim deu vontade da insustentável leveza do ser, abrir mão, tirar o pé do chão, porque não é nada bom ser real, o bom é realizar! Por pra trabalhar os companheiros áxil e dendrítico, concretizar! e é nessa que eu vou... O sol se pôs embaixo do tapete
quarta-feira, 19 de março de 2008
Rasantes

Acabara de viver por anos em seu mundo imaginário, os olhos ainda doíam ao contato com o novo e de certa forma era impossível acreditar. As asas aos poucos se desdobravam dolorasamente, o incomodo das quedas era inevitável, para aqueles que têm asas: mero detalhe.!
O exterior assim parecia ilusório e tentador, cruel e promissor demais...era um simples vôo de pés fixos e reconhecimento, e voando alto ele a entregou modestas flores que se confudiram com corações, alcançou antigos conhecidos, encravou sentimentos nobres no peito, cresceu e viveu como um rei, espécie desacreditada de rei pode-se dizer, daqueles que possuem uma fortaleza única e vive em seu castelo utópico e intangível pelo inimigo, apenas por acreditar que assim deve ser, que o inimigo tem a decência miníma para não trair o costume. Não mudou absolutamente nada, alias, uma única agulha, essa que fez todas as outras desmoronarem sobre a realidade imutável..rsrs imutável... nada é imutável o bastante diante de uma agulha disposta, diante de um vôo e um sonho besta.!
Quase sem querer, se descobriu um quanto ou um bocado, como queira, dependente daquilo que lhe faz bem, dependente de si mesmo, doque se fundira em uma única coisa..
Bom dia, acorde sonhando !!!
sábado, 8 de março de 2008
La Vitá - alívio
Porque o dia é feito de chão, poeira e estrada... Simples assim!
Delongas: Segunda, Quarta e Sexta; basicamente nessas feiras o caminhão de lixo passa (impreterivelmente), digamos viver razoavelmente no decorrer da Terça. e ontem, em sacos pretos e bem amarrados se foram os medos e a prudência destrutiva.Ter em mente a angústia e o temor, já pré destinados à rua também. Com destreza necessária chegaremos lá, vida em xadrez, é simples, podemos enchergar o lado oposto, só resta traçar caminhos e executa-los com o mínimo possível de perfeição. Ter em mente o objetivo e não disperçar...
Efetivo: Interroguei-me, vou bem, obrigado... pernoitando o sublime do meu saber (escasso) me dei conta, que cargas d'água não me remeta a frase de modéstia do pouco sei, sei o suficiente pra ter consciência de que o caminho de chão e poeira está no sentido certo até a estrada, e quero mais, mais é ver tentação no caminho, já que o centeio encontra-se confortavelmente ao alcance do deslizar das mãos em sentido a luta!!
Complemento: Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás (Ernesto)
...e adiante
Delongas: Segunda, Quarta e Sexta; basicamente nessas feiras o caminhão de lixo passa (impreterivelmente), digamos viver razoavelmente no decorrer da Terça. e ontem, em sacos pretos e bem amarrados se foram os medos e a prudência destrutiva.Ter em mente a angústia e o temor, já pré destinados à rua também. Com destreza necessária chegaremos lá, vida em xadrez, é simples, podemos enchergar o lado oposto, só resta traçar caminhos e executa-los com o mínimo possível de perfeição. Ter em mente o objetivo e não disperçar...
Efetivo: Interroguei-me, vou bem, obrigado... pernoitando o sublime do meu saber (escasso) me dei conta, que cargas d'água não me remeta a frase de modéstia do pouco sei, sei o suficiente pra ter consciência de que o caminho de chão e poeira está no sentido certo até a estrada, e quero mais, mais é ver tentação no caminho, já que o centeio encontra-se confortavelmente ao alcance do deslizar das mãos em sentido a luta!!
Complemento: Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás (Ernesto)
...e adiante
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Lá fora
Fatalmente estava farto de teoria, FIM, beijou sua mulher como se fosse a única, e cada filho seu como se fosse o pródigo. INICIO, estava demasiadamente destinado ao fato, à realidade de si mesmo, aprendera a pouco o inteligível e telefonemas ajudaram a relembrar a gramatica, apenas. INTELIGIVEL, isso lembrava inteligência, e ao mesmo se contrapõem o visível ou sensível, bom, teoria breve: sensivel ligado aos sentidos e na maioria ludibriados. Inteligível é mundo pra poucos, diz ser pra raros...
Da mesma forma, uma mente, basicamente uma mente envolta em sensações..aaa, pois bem, chove e faz frio lá fora, melhor dar uma volta...deixou de acompanhar as sobras, se voltou contra a parede!!!
Da mesma forma, uma mente, basicamente uma mente envolta em sensações..aaa, pois bem, chove e faz frio lá fora, melhor dar uma volta...deixou de acompanhar as sobras, se voltou contra a parede!!!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Psicodelismo semântico
Meu caminho eu mesmo tenho feito....Assim como meu arroz e meu café em pó solúvel (isso sim é poesia), mas café realmente não me agrada.
Ando em metrôs, cada vez mais abarrotados, cada vez mais vazios, o preenchimento do espaço não necessariamente físico, e como um púlpito indomável de igualdade e reconhecimento eu poderia até implorar a todos aqueles que me cercam que me enxergem e apelar pela valorização do próximo por mim mesmo! Eu até pensava ser efeito da globalização (coloque a culpa nela quando faltar alguém) ou do êxodo rural essa falta de afeto; mas é mentira, mentira assim como minha mãe me ensinou que é feio dizer na cara (foi necessário ser na fuça agora, assim como a quantidade de parênteses), nos interiores que possuo tanto apreço já não me sinto tão a vontade de pedir açúcar ao vizinho, eu sequer sei o nome completo dele, nem o apelido, e muito menos quem ama...
De uma forma inesperada, e cortando todo o raciocínio, eu vi, vi sim, com meus próprios olhos neste mesmo metrô, o reflexo de um japonês que visava uma negra, essa que possuía em mente o alemão fortuito de calçados italianos, que olhava de fato italianos; me senti brasileiro, ou qualquer coisa que não esteja enquadrado nos patamares anteriores. E como bom brasileiro que sou, dos mais patriotas e apoiador do nacionalismo, notei o vazio no olhar, ninguém, absolutamente ninguém (a redundância possui um efeito fantástico) pensou em momento algum na história alheia. E o que mais me sufoca é saber que nunca mais poderei devolver o dinheiro perdido, ou o grampo de cabelo, ou até mesmo o pingente de família para um, já que aqui são mais 12000000 deles, e nesse quase impossível ato de honestidade também não poderei saber de suas histórias, vontade é ter o desejo de parar um a um, e saber se estão felizes de ‘fato’...Arrepios... não sou Deus pra ter todo este poder e dever, mas ser amigo já seria sensacional. Mas uma vez no Concorde apressado do fim de noite me deixei levar, como o filosofo que tem a consciência de que todos são importantes o bastante para se julgarem mártires. Reconhecimento, é apenas o que todos esperam, basta observar...e busco na contração de cada pálpebra alheia o reconhecimento que desejam, e respeito em cada olhar o ser HUMANO que o outro é!!! Cativar simplesmente nós mesmo, pq isso aqui é redondo e dá voltas...aaaaa sim, HumildadE (lindo isso).
Ando em metrôs, cada vez mais abarrotados, cada vez mais vazios, o preenchimento do espaço não necessariamente físico, e como um púlpito indomável de igualdade e reconhecimento eu poderia até implorar a todos aqueles que me cercam que me enxergem e apelar pela valorização do próximo por mim mesmo! Eu até pensava ser efeito da globalização (coloque a culpa nela quando faltar alguém) ou do êxodo rural essa falta de afeto; mas é mentira, mentira assim como minha mãe me ensinou que é feio dizer na cara (foi necessário ser na fuça agora, assim como a quantidade de parênteses), nos interiores que possuo tanto apreço já não me sinto tão a vontade de pedir açúcar ao vizinho, eu sequer sei o nome completo dele, nem o apelido, e muito menos quem ama...
De uma forma inesperada, e cortando todo o raciocínio, eu vi, vi sim, com meus próprios olhos neste mesmo metrô, o reflexo de um japonês que visava uma negra, essa que possuía em mente o alemão fortuito de calçados italianos, que olhava de fato italianos; me senti brasileiro, ou qualquer coisa que não esteja enquadrado nos patamares anteriores. E como bom brasileiro que sou, dos mais patriotas e apoiador do nacionalismo, notei o vazio no olhar, ninguém, absolutamente ninguém (a redundância possui um efeito fantástico) pensou em momento algum na história alheia. E o que mais me sufoca é saber que nunca mais poderei devolver o dinheiro perdido, ou o grampo de cabelo, ou até mesmo o pingente de família para um, já que aqui são mais 12000000 deles, e nesse quase impossível ato de honestidade também não poderei saber de suas histórias, vontade é ter o desejo de parar um a um, e saber se estão felizes de ‘fato’...Arrepios... não sou Deus pra ter todo este poder e dever, mas ser amigo já seria sensacional. Mas uma vez no Concorde apressado do fim de noite me deixei levar, como o filosofo que tem a consciência de que todos são importantes o bastante para se julgarem mártires. Reconhecimento, é apenas o que todos esperam, basta observar...e busco na contração de cada pálpebra alheia o reconhecimento que desejam, e respeito em cada olhar o ser HUMANO que o outro é!!! Cativar simplesmente nós mesmo, pq isso aqui é redondo e dá voltas...aaaaa sim, HumildadE (lindo isso).
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