domingo, 27 de julho de 2008

Dos novos acordes

Foi um quanto estático, se matando ao longo do dia para não morrer, sinfonias extensas de silêncio e nada mais, azul boreal acinzentado, pareceu por momentos estar desvinculado de tudo (que controverso isso), foi como viajar em suas próprias idéias, enquanto alusões a escritas anteriores estava cada vez mais perto e distante (simultaneamente) da insanidade (passageira), insanidade que promove e decide (as vezes parece loucura). Tenho olhos agora fixos, decaídos a direita, sinuosos, pouco esperançosos, aaaaa, e havera de ser assim por voltas e mais voltas do marcador horário; se não resta mais nada, "ao menos uma interrogação"! Desconjuntura de pensamentos, exatamente os curtos que se passam sobre nossa cabeça sã... Permitir-se um momento de particularidade, porque agora, agora é fácil desafiar o mundo sem sair de meus aposentos, mas luta de verdade" eu prefiro adiar. E a verdade que nos leva a trabalhar, surrar, sacrificar, que lhes permitem roubar!! Nos promete ao fio de tudo 1/3 de sorrisos, por contrapartida é também pouco honrada...


Um fatal comentário de Pessimismo. (não busque mais rodapés)

Olhos avante, queixo semi-erguido (bom rapaz)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Da mera alusão à Azevedo

As nuvens vieram se mostrando cada vez mais baixas, cintilantes, agora opacas, a visão envergando-se temperadamente turva; estara agora cada vez mais longes dos pesadelos, cada vez mas distante da realidade, seus dentes insistiam em se colocarem à mostra, breve e súbita insanidade, o homem frio de pele quase metálica e rígida, de poucos amigos havia de ter se apaixonado, o instante foi demasiadamente ineficaz ao tempo, não ao momento, e sim ao tempo, agora sim, pudera descansar em paz, haveria de ter inspirações para compor infinitas serenatas, de produzir sequências ininterruptas de sonetos; mas como aquilo chegava a ser enjoativo aos olhos alheios, a conspiração viera de forma errante, o bravio e juvenil aspirante à doutor decidiu por si planos e sonhos, plainou sublime sobre imagens gélidas, outrora navegadas com agasalhos ralos ! Tudo ocorreu um uma única noite, em um eminente sonho eterno, em um beijo ganhado e um dia que veio por amanhecer... Mudando perguntas e improvisando respostas.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Da nossa sagrada inquietude

Puta que pariu,
Foi tudo que conseguiu pronunciar após os desejos de boa tarde frigidos.O asfalto viera ao longo do dia suportando o pisoteio árduo dos aviões de trabalhadores, os rostos se viram longe daqui, e não haveria de estar próximos também, de nada seriam fádigos, o desgaste em momento algum foi físico naqueles instantes, isso é como gladiar com seus próprios neorônios, o real viera pedindo socorro ao místico circo imaginário de meus olhos fechados desde poucas horas (13 ou 14 quem sabe), trucidante, arfava deboches, dentes pontiagudos e línguas saltitantes, a vera deixava escapar perdigotos.

"A maioria das pessoas passam a falar melhor com excesso de emoção, a sensação de mastigar macio é imprescindível, dúzias e dúzias de palavrões, a vontade é nunca mais parar. Melhor passar a observar as cores."

Foi submisso demais chegar ao ponto sem expressões de puro ódio, isso é, isso é nada, apenas o simples desenvolver do dever e da função!
Bom que seja por aqui, o motor já desligou e me torno amante de todos meus pesadelos!!

domingo, 15 de junho de 2008

Da rara plenitude e dos textos esquecidos

Das grandes incertezas que prefiro manter, essa será de toda uma!

Caminhos estreitos demais, agilidade sublime de antemão!

Não nos resta muito mais, permaneceremos no extinto estado de indecisão, as faltas serão graves a partir do instante que forem premeditadas. A ausência involuntária (de provas) em nada mudará. Ser assim, pouco e muito ao mesmo tempo. Os "hasta luego" vieram escrevendo certezas em caminhos tortuosos do depois com a mão no bolso e olhar no chão. Do nada serei pleno, é melhor expor continuamente as forças indecisas e contraditórias que me aflingem, a posteriore eu vi fatalmente peças raras. Nos meus anseios, desvairados anseios, venho (e com precisão na primeira pessoa) me mostrando impaciente demais.

Quase posso sentir os raios luminosos das idéias, e futis idéias que sombreiam, são segundos, não meus, nossos, dois piscar de olhos e tudo passa novamente.



Uns temem-na…outros recebem-na de braços abertos! Sinto-a perto…mesmo aqui ao virar da esquina! Não fujo mas também não a recebo! Esquivo-me por meandros da mente que eu próprio desconheço! Nem sempre é fácil, aliás parece que a cada dia o percurso se torna mais tortuoso! Nada me resta se não…continuar! {por alguma autora desconhecida e que possivelmente possa me processar por plagio"apenas o ultima paragrafo", poxa, também haverei de ter valor algum}

Da prepotência dissipada


O importante é ver as duas versões. Se me disseram que o mundo vai acabar, e nada restará, é tudo mentira. Não é necessário ter grandes idéais ou técnicas. O que está em questão não é salvar a Terra, apenas nós estamos em perigo. O aquecimento global entre outros irá vir sim, com plena certeza da destruição em massa. Mas felizmente ou infelizmente talvez, a parte mais fraca somos nós. A Terra assim como passou por tantas outras fases, irá renascer, resurgir do pouco que restar, e nós seremos apenas história. Preocupemo-nos em salvar nossa própria pele (a tão prepotente raça humana); para nosso planeta que em momento algum foi nosso, será apenas um detalhe toda a tragédia. Nada que alguns milhões de anos não deem jeito. Em momento algum ele clama por socorro, apenas assiste nossa auto destruição.


quinta-feira, 22 de maio de 2008

Do amor relativamente aproveitado

Só Deus sabe por qual motivo o barulho incomodo do motor 93 e posteriormente a foto de uma chopper acompanhada de criadores me fizera lembrar.! Foi cruel, chegou a doer friamente como uma punhalada (ainda que eu nunca tenha me deparado com uma). Se quer sabia a data exata na qual tentei acorda-lo fazendo cocegas nas proximidades do peito, sem sucesso, coisa julgada e sem volta. O cheiro bom e o brilho frio da Av. Getulio Vargas às 17:48 também me faziam lembrar disso tudo, o largo e distante do chão peito coberto com o tecido azul de escritas pratas a caminho do treino" doiam mais ainda. Nunca o terei de volta assim como fora. Raríssimas foram as vezes que me deparei com seu empreendedorismo que tanto me fez falta, o instante perfeito para uma conversa sem nexo, discutiriamos o melhor sistema de injeção automotiva e é muito provavel que o prazer e tropicalidade despertados em minhas narinas pelos tijolos furados e temperos do Mercado Central mineiro seriam identicos, vermelho quente, amarelo espumante e um objetivo.

Tempo para lamentações nunca afanar iam sobre meus ombros cansados e auto penosos do sábado interminável. De uma forma estranha a loucura tomara conta de meus pensamentos desalentos e como um empurrão clamando por progresso cá estou, vão futuro incerto. Mas ainda era muito cedo para entender a falta que fizera. Tive significadamente todo o principal necessário paterno em traços maternos.! Mas por instantes frios e dolorosos o vácuo se fez presente, um pouco de lembranças, pás e preenchimento para tapar o vazio. Fixar pensamentos positivos e seguir em frente.
E a pouco encarando o 3 po 4 pude dizer q foi incomparavel, como deveria de ser, os desabafos que nunca tivera. O posicionamento basicamente machista que busca ouvir.

Salve, Em nome de qualquer Deus, Salve!
Se eu me salvei, se eu me salvei!
Foi pela fé, minha fé, minha cultura, minha fé!
Minha fé é meu jogo de cintura, minha fé, minha fé

Se fora a 13 anos bruscamente contados nos dedos, tornando-me possuidor de saudades das coisas que nunca tive a seu lado, mas posso imaginar perfeitamente; foi/seria ótimo, de algum modo é bom carregar essas lembranças na memória. Ele tocava violão com 8 bocas como ninguém...rs

terça-feira, 20 de maio de 2008

Dos delitos mentais

Eu vim deixando todas as pegadas bem explicitas, isso irá garantir voltar ao ponto inicial.

Geralmente autores utilizam disso e explicam depois, não percam seus tempos, nada terá explicação alguma. Escrevo assim com rebeldia absoluta. Tenho ódio dos delitos mentais, ódio levemente temperado com admiração, observe o crime de estelionato, você nunca verá um crime destes quando não ouver sempre uma vítima que em algum momento pensou que pudesse se dar ber, cobras comem cobras (apenas resta uma pra ser punida). Bom, o titulo é promiscuo, mas o tema não é nada jurídico, se bem me entendo.

Revogando, o estelionato apenas não é um crime perfeito porque produz provas materias, a parte mental é perfeita (por isso não interessa ao Direito), mas ainda assim é perfeita, nunca , em circunstância alguma teremos um criminoso por pensar; boca fechada, e pratique seus crimes com excelência; boca fechada e efetive suas próprias sanções; não apenas orais, mas não deixar marcas, caracteristica fundamental para um psicocriminoso. Em nossas mentes, assim como a teoria de que todo homem é mal por natureza e a sociedade o transforma, fundamenta, somos todos bandidos e donos da verdade.

Arrivedeci